Como mulheres podem evitar as doenças cardiovasculares?

Exercicios físicos reduzem o risco de doenças cardiovasculares em mulheresNas últimas décadas, houve um aumento significativo da incidência de doenças cardiovasculares na mulher, em especial na doença arterial coronariana (DAC). Dados recentes apontam que essa é a causa de 36,9% das mortes de mulheres. A faixa etária do aumento da mortalidade cardiovascular da mulher ocorre, em média, dez anos após a do homem e isso se explica, parcialmente, pelo papel protetor do hormônio estrogênio, que se mantém presente até a época da menopausa.

A hipertensão arterial é o principal fator de risco para doenças cardiovasculares, tanto nas mulheres pré-menopausa quanto pós-menopausa. Durante o período fértil, a mulher é menos hipertensa que o homem, devido aos elevados níveis de estrógeno ou pela menor viscosidade e menor volume sanguíneo associadas às perdas menstruais mensais.

Além disso, neste mesmo período pré-menopausa, a hipertensão na gravidez é relativamente frequente e a pré-eclâmpsia é uma das principais causas de mortalidade materna quando evolui para formas mais graves. Em contrapartida, após a menopausa, há um declínio nos níveis de estrogênios, associados com alterações no metabolismo lipídico, aumento da adiposidade central e desenvolvimento de obesidade, aumentando assim a hipertensão arterial nas mulheres, de tal forma que a sua prevalência se torna maior que as dos homens da mesma idade.

A mudança do padrão de vida das mulheres talvez explique, em parte, a ocorrência de dados tão alarmantes: ao lado das responsabilidades tradicionais com a casa, filhos, marido e parentes idosos, as mulheres adquiriram as responsabilidades que antes se destinavam aos homens, como o trabalho fora do lar. Continue reading ‘Como mulheres podem evitar as doenças cardiovasculares?’ »

340 municípios em situação de risco para dengue e chikungunya

Febre ChikungunyaO Ministério da Saúde informou que foram registrados, de janeiro até o dia 7 deste mês, 224,1 mil casos de dengue em todo o país. O número representa aumento de 162% quando comparado ao mesmo período do ano passado.

O mesmo levantamento divulgado nesta quinta-feira (12) mostra que 340 municípios brasileiros estão em situação de risco para epidemias de dengue e chikungunya. De acordo com os dados, 877 cidades estão em alerta para ambas as doenças.

Segundo o ministério, 1.844 municípios participaram do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), de janeiro a fevereiro deste ano, e registraram aumento de 26,38% em relação aos participantes em 2014.

Os números mostram que uma capital está em situação de risco, Cuiabá, e 18, em situação de alerta: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Campo Grande, Fortaleza, Goiânia, Macapá, Maceió, Manaus, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo e Vitória. Continue reading ‘340 municípios em situação de risco para dengue e chikungunya’ »

Destaques do simpósio sobre cirurgias pós-bariátricas em Brasília

A constatação não é nada boa: os brasileiros estão cada vez mais gordos. E uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica mostra o que pode contribuir para que as pessoas percam a guerra contra a balança. Alimentação errada, na quantidade e qualidade, é um dos grandes motivos desse crescimento nos casos de obesidade. Além disso, a maioria das pessoas pesquisadas respondeu que come muito mais do que precisa por ansiedade, preocupação e tristeza.
Em 2007, a cada cem pessoas, 12 eram obesas. Em 2014, passaram a representar 18,5% da população. E a faixa etária com maior número de pessoas nessas condições é a de 56 a 65 anos, com 24%. Com estes números, podemos dizer que gordura em excesso já é problema de saúde pública. A pesquisa mostrou, ainda, que a obesidade mórbida atinge 4% da população.
A cirurgia bariátrica, popularmente chamada de redução do estômago, veio como uma alternativa para quem não consegue emagrecer por meio de dietas, atividades físicas e medicações indicadas pelos especialistas. A cirurgia provoca uma total mudança no estilo de vida, e as pessoas não podem deixar de saber que, após a cirurgia, por conta da grande redução de massa corporal, a pele perde elasticidade e sobra uma grande quantidade de pele flácida. E se o grande volume cutâneo acumulado por todo o corpo do paciente não for eliminado, corre-se o risco, até, de surgirem infecções crônicas, por conta do acúmulo de umidade nas dobras, o que pode provocar assaduras, irritações e micoses que podem evoluir para problemas mais sérios.
Após um ano e meio da cirurgia, mais ou menos, quando a perda de peso e a cicatrização do estômago já estão estabilizadas e o paciente já perdeu em média de 40 a 60 quilos, o ideal é procurar um cirurgião plástico para remover a pele residual. São diversas as cirurgias que devem ser feitas. Para discutir o assunto das cirurgias pós-bariátricas, o HOSPITAL DAHER recebeu, nos dias 11 e 12 de março, o Workshop de cirurgia pós-bariátrica, organizado pelo Centro de Estudos e com a presença de cirurgiões e anestesistas especialistas na área e a equipe do hospital.
De acordo com a Dra. Marcela Cammarota, responsável pelo evento, o objetivo foi discutir os procedimentos pós-cirurgia bariátrica, levantando o que existe de mais moderno nas técnicas cirúrgicas aplicadas para esse tratamento, com cirurgiões convidados de todo o país. “As palestras foram focadas em temas sobre técnicas cirúrgicas de cada uma das regiões do corpo que tratamos: abdômen, mamas, braços, tórax e pernas”, completou a cirurgiã.
Para o Dr. José Carlos Daher, chefe da Cirurgia Plástica, a cirurgia da obesidade força o emagrecimento dos pacientes, devolvendo-lhes uma saúde que estava perdida e normalizando índices sanguíneos, causadores de doenças, como o diabetes, por exemplo. “O pós- emagrecimento leva a uma dismorfia corporal importante, pois sobram grandes “aventais” de tecido e pele magra, tanto no abdômen, quanto no torso, braços, mamas e coxas, e a cirurgia plástica se desenvolveu no sentido da cirurgia pós-bariátrica, resgatando as formas corporais normais de um paciente, agora, mais magro”, explica o cirurgião.  Ele ainda conta que, para isso, a cirurgia precisou se despir do preconceito contra as incisões longas e extensas, necessárias nesses casos, e criaram técnicas para diminuir o número de atos operatórios para obter os resultados finais desejáveis.
Um dos cirurgiões plásticos que participou do evento discutindo a cirurgia de mama pós-bariátrica foi o Dr. Ricardo Baroudi, de São Paulo. A palestra dele sobre Cirurgia Plástica Estética das Mamas foi recebida com atenção pelos participantes. “Informamos de maneira bastante objetiva os conceitos e cuidados referentes ao procedimento, considerado por mim bastante difícil e laborioso na sua execução, não só pela variedade estrutural das mamas, mas pela grande quantidade de fatores que interferem na qualidade dos resultados a curto, médio e longo prazo”, conta o médico. Para ele, eventos científicos fazem parte do ensino da especialidade para trocas importantes de informações que tragam subsídios para a formação de novas gerações de cirurgiões plásticos.
O Dr. Baroudi lembra ainda que o HOSPITAL DAHER, por meio do Centro de Estudos, se volta objetivamente para o ensino da cirurgia plástica dentro dos moldes inseridos nas regulamentações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e vem promovendo, periodicamente, eventos cada vez mais amplos e importantes com essa finalidade. “Participar como palestrante num evento desse porte não e só uma prestigiosa honra, como também uma certeza de termos nossa pequena e humilde contribuição reconhecida”, completa o cirurgião plástico.

Como cuidar da saúde dos pés

Com o calor a preocupação com o cuidado e embelezamento dos pés volta a fazer parte da rotina de homens e mulheres, praticamente esquecidos nas outras estações do ano. Época de desfilar com eles à mostra, ninguém quer fazer feio, seja na praia ou na cidade. Acima de tudo, é preciso cuidar da saúde dos pés durante todo o ano.
Explorados diariamente, os pés são à base de sustentação do nosso corpo e, por isso, merecem ser lembrados no calor ou no frio. De acordo com a podóloga e sócia-proprietária do Differenza Espaço de Beleza (Rua Guia Lopes, 921 – Centro, em Caxias do Sul), Liamara Pereira, a pele dos pés é naturalmente mais grossa, principalmente na planta, pois acumula mais células mortas e cria calosidades facilmente.  Dessa forma, seu cuidado deve ser redobrado. Para ajudar nisso, a caxiense tira algumas dúvidas e ensina como fazer esfoliação e escalda pés caseiros.
O que fazer para deixar a pele dos pés macia?    
Para deixar a pele macia o ideal é prevenir usando cremes específicos para os pés durante o ano todo, mas como na maioria das vezes isso não acontece, o recomendado seria fazer um tratamento de nutrição mais elaborado com profissional da área, e uma manutenção em casa, à noite, com cremes a base de óleos essenciais (líquidos extraídos de plantas, utilizados na medicina alternativa, como aromaterapia) e manteiga de karité.  Se quiser potencializar o resultado, basta passar o creme e envolver os pés em sacos plásticos. É importante lembrar que a ingestão de água também ajuda a manter a pele hidratada.
Uma boa alternativa para deixar os pés relaxados são os escaldas-pés. É possível prepará-los em casa?           
No mercado existem saches prontos e específicos para escaldar os pés que podem ser substituídos por uma receita caseira. O primeiro passo é esfoliá-los com uma mistura mais consistente de mel e açúcar tipo cristal ou um hidratante com um pouco de açúcar cristal ou sal marinho. Massageie os pés, após, retire o excesso da mistura e submerja-os na água quente até os tornozelos (a temperatura não deve passar dos 38°C, para evitar queimaduras e desconfortos). Nesta água acrescente sal grosso (desinchaço), camomila (calmante) e óleos essenciais de lavando ou menta (efeito revigorante).  Também podem ser acrescentas pétalas de rosas (cromoterapia) e bolinhas de gude no fundo da bacia para promover uma massagem.
Deixe os pés de molho, de 15 a 20 minutos, e, após, passe neles uma mistura de glicerina líquida, óleo de amêndoas ou semente de uva, ou outro creme nutritivo e de consistência mais firme de sua preferência. Envolva os pés com papel filme e deixe-os envolto por, no mínimo, 20 minutos.
É recomendado lixar os pés?  
Não. O ideal é fazer somente uma esfoliação semanal. Caso haja necessidade de lixá-los, isso deve ser feito, pelo menos, com uma distância quinzenal e a tradicional lixa deve ser substituída por uma pedra pomes.
O que fazer com as rachaduras e como evitá-las?            
Rachaduras são portas de entrada para infecções. Quando muito profundas, o ideal é procurar um podólogo, que irá avaliar e indicar um tratamento adequado. Em casos mais brandos, o uso de cremes a base de uréia e óleo de semente de uva podem resolver a situação. Para evitá-las, o ideal é não andar com pés descalços, evitando o contato com a poeira.
Quais são os problemas mais comuns no verão e como evitá-los?    
O risco de contrair patologias de pele no verão é maior, por isso, devemos redobrar os cuidados. As principais doenças são:
  • Pé de atleta: contraída por meio de fissuras na pele, umidade constante e uso de calçados fechados no verão.
  • Bicho geográfico: presente nas fezes dos gatos ou cachorros, entra na pele pelo contato na areia ou terra.
  • Bicho de pé: tipo de pulga presente na areia e em áreas rurais.
  • Alergias: são causadas  pelo uso de calçados de borracha, plástico ou até mesmo couro, em função do suor excessivo que favorece o aparecimento de fungos.
Hoje já existem diversos calçados forrados com algodão e proteções específicas para evitar o contato direto com os pés. Além disso, o uso de cremes a base de silicone criam um escudo de revestimento extra, inclusive para bolhas, que ajudam na prevenção.
Como evitar micoses e o tão temido chulé?
O suor com cheiro desagradável, vulgo chulé, é causado pela umidade excessiva e o calor, que causam a proliferação de bactérias. Para contê-lo lave e seque bem os pés entre os dedos e evite encharcar os calçados de talco comum, já que o pó combinado com o suor se transforma em lama dentro do calçado e libera mau cheiro. Se possível, troque o talco comum por uma versão líquida ou em spray ou talco anti-séptico e, então, polvilhe pequenas quantidades. Cortar as unhas regularmente, evitar o uso meias de material sintéticos e colocar os calçados no sol ou em área ventiladas depois de usados, eliminando a umidade, também ajudam na prevenção.  Tendo esses cuidados você evitará também as micoses.
Para quem faz caminhada, você sugere meias especificas?              
Eu sugiro os mesmos cuidados do tópico acima, aliado a meias anti-bolhas. Além disso, é aconselhável fazer um escalda pés depois de caminhadas e corridas.
O uso de tênis e meias inadequados acarreta em algo prejudicial?
Os problemas, geralmente, ocorrem em função do impacto de longas distâncias percorridas com meias e calçados inadequados, que podem causar micoses, bolhas, odores, lesões nas unhas e até mesmo problemas posturais.
O que fazer com as bolhas e calosidades e como evitá-las?     
As bolhas devem ser estouradas somente se estiverem causando dor. O ideal é furar e drenar o líquido, sem retirar o teto (pele), já que ela serve como um curativo biológico que protege contra infecções, além do repouso, para evitar o atrito sobre elas. É importante ficar atento aos sinais de infecção (quando a região estiver quente, muito vermelha ou com secreção) e, nesses casos, procurar um médico. Para evitá-las o uso de tênis e meias adequados são os mais indicados. Além disso, existem no mercado protetores específicos para os dedos e calcanhares e também gel anti-bolhas.
 Já as calosidades são causadas pelo atrito, especialmente, devido ao uso de salto alto e sapatos apertados. Para tratá-las deve-se consultar um podólogo para fazer a retirada dos mesmos e a indicação do melhor tratamento.
O uso de esmaltes danifica as unhas?  
O uso de esmaltes em si não prejudica, mas o uso contínuo sim. O ideal é dar uma pausa de uma semana e hidratar as unhas com óleos (semente de uva ou amêndoa) e ceras nutritivas especificas, assim, evitando que elas fiquem porosas e quebradiças. Caso não seja possível, retire o esmalte dois dias antes de nova esmaltação e hidrate as unhas.
De quanto em quanto tempo é indicado a ir a um podólogo?   
Primeiramente devemos saber a diferença entre as profissões de manicure/pedicure e podólogo. O profissional manicure/pedicure é responsável por cuidados externos e higiênicos, estando mais ligadas a parte de embelezamento, ou seja, tirar cutícula, lixar e esmaltar. Já o podólogo trata das afecções superficiais, como unhas encravadas, calos, calosidades, micoses, entre outros, atuando como um agente preventivo dessas patologias e indicando tratamentos ou encaminhando para médicos especialistas. É indicado ir a um podólogo a cada 20 ou 30 dias e ao manicure/pedicure a cada 15 dias, considerando a necessidade de cada um.
Quem tem diabetes, os cuidados devem ser redobrados?        
Os diabéticos devem ter cuidados redobrados com os pés, pois apresentam menor circulação sanguínea, mais riscos na formação de úlceras, infecções e disfunções motoras. Como prevenções existem calçados especiais, macios e com ajustes em diversos pontos, que evitam machucar os pés trazendo assim menos complicações. Para ajudar no cuidado, sugiro sempre olhar no interior do sapato, verificando a existência de pedras ou objetos que possam vir a ferir a pele e também o acompanhamento de um especialista, como um podólogo.
Sobre o Differenza Espaço de Beleza. Inaugurado em 2007, o Differenza Espaço de Beleza surgiu da união das irmãs Inajara e Liamara Pereira. Focadas na busca da satisfação do cliente, as empreendedoras gaúchas tem como marca registrada a inovação. Com mais de 20 anos de experiência no ramo beauty, a dupla é reconhecida por seu impecável trabalho e por ser pioneira na implantação do inédito espaço de beleza exclusivo para crianças e da primeira barbearia retrô de Caxias do Sul.

Colesterol e a saúde do coração

Com a correria do dia a dia e dos inúmeros compromissos, nem sempre conseguimos ter uma bela noite de sono. O dia parece pequeno e realizar uma alimentação balanceada combinada com a prática de exercícios físicos parece algo impossível. O fast-food, a vida sedentária e as horas em frente ao computador tornam-se rotineiras, debilitando dia após dia a nossa saúde silenciosamente, causando enormes prejuízos.

O colesterol alto é um desses prejuízos. Para alertar, a Associação Americana do Coração, divulgou um novo estudo sobre o colesterol alto e revelou que a cada dez anos em que uma pessoa vive com a taxa de colesterol elevada, o risco de sofrer uma doença do coração aumenta em cerca de 40%. É indiscutível a relação direta entre os níveis de colesterol e a saúde do coração.

Foram analisados dados de 1.478 adultos sem doenças cardiovasculares aos 55 anos. Os pesquisadores calcularam o tempo em que cada um deles tinha o colesterol elevado e o risco de sofrer um infarto ou derrame.

Entre os 389 voluntários que viviam com o índice elevado de um a dez anos, a probabilidade era de 8,1%. Já entre os 577 voluntários que tinham colesterol alto de onze a vinte anos, o risco subia para 16,5%. Dos participantes que não tinham problemas de colesterol, 512, o risco era de 4,4%.

A Associação ainda ressaltou que a cada década de exposição ao colesterol elevado, a probabilidade de sofrer uma doença cardiovascular crescia em 39%, sugerindo que o malefício do colesterol elevado é cumulativo.

A B2 Saúde divulgou o alerta aos seus associados e explicou as diferenças entre o colesterol que é bom e o que mau para o organismo.

As siglas HDL e LDL sempre confundiram os pacientes submetidos a exames. Mas afinal, o que significa isso?

HDL – Lipoproteína de alta-densidade  é boa para o seu coração. Ela carrega colesterol das suas artérias para o seu fígado, onde é eliminada.

LDL – Lipoproteína de baixa-densidade é ruim para o seu coração. Ela carrega colesterol do seu fígado para seus tecidos do corpo. Se houver muito LDL, ou colesterol ‘ruim’ no seu corpo, ele pode se acumular nas células e nas artérias.

 

Sobre a B2 Saúde. Há 15 anos no mercado de gestão de saúde. Hoje, tem como diferencial um software inovador, que aliado a uma equipe de médicos completa e a um call Center eficiente completam a Carelink, uma empresa do grupo especializada em gestão de riscos, que prevê os custos com a saúde do funcionário com antecedência e intervém de maneira ética no trabalho do médico de forma que o paciente tenha o melhor atendimento de maneira rápida, eficaz e econômica.