Dia do Pilates é comemorado pela primeira vez no Brasil

No dia 9 de outubro foi celebrado, pela primeira vez no Brasil, o Dia do Pilates, em homenagem aos 50 anos de legado de Joseph Hubertus Pilates, criador do método que leva seu sobrenome. Nesta data, mais de 300 studios pelo país fizeram atividades comemorativas como uma aula que seguiu o mesmo formato e sequência propostos originalmente por Pilates e que foi realizada simultaneamente em todos os locais participantes.

Essa foi a maior celebração do Método Pilates do mundo, organizada pelo The Pilates Studio Brasil (www.pilates.com.br), rede que está no país desde 1998 e que é a detentora da Contrologia, a autêntica metodologia de condicionamento físico e mental criada por Joseph Pilates há mais de 100 anos. “Manter os conhecimentos acumulados e organizados de forma integral e respeitosa com quem o construiu é o sentido profundo de manter o legado. O Pilates não é uma atividade física da moda, ele veio para ficar. Nos últimos 20 anos, foi a metodologia que mais cresceu no mundo entre as pessoas que procuram melhorar sua saúde e qualidade de vida”, destaca Inelia Garcia, diretora técnica da rede que conta com 47 unidades no Brasil, entre studios próprios e franqueados, quatro em Portugal e duas no Chile.

Ao longo do dia 9, foram realizados vários aulões nos studios em comemoração ao Dia do Pilates e sorteadas camisetas do evento, além de ter sido oferecido águas aromatizadas, maçãs frescas e frutas secas aos alunos. “Com esse primeiro evento, pretendemos que ainda mais pessoas tenham a oportunidade de vivenciar o método do Autêntico Pilates, que é referência no mercado, e seus benefícios”, diz a diretora do The Pilates Studio Brasil.

De acordo com a especialista, que é graduada em Educação Física pela Universidade do Chile, pós-graduada em Ginástica de Manutenção e Atividade Física, Saúde e Envelhecimento e mora há mais de 25 anos no Brasil, Joseph dizia que o primeiro quesito para alcançar a felicidade é um bom condicionamento físico, portanto o Pilates ajuda seus praticantes a serem mais felizes. “Hoje se reconhece e se valoriza o legado deixado por Joseph Pilates, por isso nada mais justo do que fazer essa homenagem após 50 anos da sua ausência. Esse dia ainda não é oficial, mas é o primeiro passo para que seja uma data comemorativa no calendário do país”, conclui Inelia.

Sobre o Autêntico Pilates

Joseph Pilates nasceu em 1880, na Alemanha, e, com uma saúde debilitada, dedicou sua vida a superar suas dificuldades. Inspirado em conhecimentos de civilizações da Antiguidade Oriental e Ocidental, estudou anatomia e fisiologia, desenvolveu exercícios, técnicas e aparelhos e criou o método que leva seu nome. Em meados do século XX conheceu a bailarina Romana Kryzanowska, que sofria com uma lesão no tornozelo, conseguiu recuperar-se por meio do Pilates e recebeu a incumbência de cuidar de todo o sistema e registros do seu legado antes de Joseph falecer, em 1967. Anos depois, a Grand-Master Teacher Romana formou Inelia Garcia e a nomeou Teacher of the Teacher para continuar sua missão no Brasil e na América Latina, capacitando profissionais para trabalhar com a metodologia.

O Autêntico Método Pilates de Condicionamento Físico e Mental (ou Contrologia) muda o corpo e a vida dos praticantes por meio de um sistema complexo de movimentos seguros e eficazes que ajuda as pessoas a cuidar do próprio corpo e conquistar uma vida saudável e feliz. Por meio da prática que trabalha de forma global e integrada o corpo físico, mental e emocional, alunos a partir dos 10 anos conseguem melhorar postura, concentração, capacidade vascular e cardiorrespiratória, força, flexibilidade, resistência e controle motor, reduzir tensão muscular, estresse, fadiga e dores crônicas, eliminar as consequências do sedentarismo, reabilitar lesões e desacelerar processos degenerativos e de envelhecimento. Mais informações em www.pilates.com.br

XVI Congresso Brasileiro de Insuficiência Cardíaca

Acontece de 11 a 13 de maio, em Gramado (RS), o XVI Congresso Brasileiro de Insuficiência Cardíaca desenvolvido pelo Departamento de Insuficiência Cardíaca da Sociedade Brasileira de Cardiologia (DEIC – SBC). O evento apresentará o cenário da doença – que afeta 3 milhões de brasileiros1 -, os avanços na medicina e novos tratamentos.

O presidente do DEIC 2017, Dr. Luís Beck da Silva Neto, destaca que os últimos progressos alcançados mudaram o panorama da insuficiência cardíaca no país. “Conseguimos praticamente dobrar a expectativa de vida dos nossos pacientes e transformamos o que antes mais parecia uma sentença de morte em uma doença crônica tratável”.

Destaques internacionais

No dia 12 de maio, o cardiologista e pesquisador responsável por grandes inovações em tratamentos que modificaram o cenário da insuficiência cardíaca, Dr. John McMurray, estará presente no evento para mostrar o que mudou nos últimos anos e quais as novidades para os pacientes brasileiros. Professor de cardiologia na Universidade de Glasgow, McMurray também apresentará como as últimas tecnologias podem trazer benefícios reais aos pacientes.

Confira a programação completa do XVI Congresso Brasileiro de Insuficiência Cardíaca em: http://departamentos.cardiol.br/sbc-deic/congresso2017

 

Jornada Catarinense De Psiquiatria debate Psiquiatria e Qualidade de Vida

De 20 a 22 de outubro, a Associação Catarinense de Psiquiatria, ACP, promove a décima quarta edição da Jornada Catarinense De Psiquiatria. Nesse ano o tema central do evento é “Psiquiatria e qualidade de vida”.

A programação conta com cursos e palestras pensadas a das demandas da prática médica em consultório, ministrados por profissionais referência na área, como o Dr. Luciano Nogueira, médico neurologista o qual será responsável pelo curso de insônia, e a psiquiatra Dra. Alessandra Diehl, que promete trazer os cinco principais tópicos relacionados à sexualidade atualmente.

A Jornada Catarinense passou por uma evolução desde sua primeira edição, aumentando seu tamanho e importância no ciclo de eventos científicos no sul do país. Também conseguiu manter seu conceito de abranger temas relevantes à clínica diária, e com a preocupação de integrar a psiquiatria e a psicologia, o que mostra um leitura exata da necessidade de quem atende pessoas com doenças mentais.

O médico psiquiatra, Pedro Rosa, declara que eventos como a Jornada Catarinense de Psiquiatria proporcionam momentos para que os profissionais da saúde possam discutir e aprimorar suas práxis, consoante com as demandas dos consultórios e avanços nos estudos científicos.

“A rotina de um psiquiatra atualmente está cada vez mais próxima de suas fronteiras. Recentemente, foram identificados de forma mais clara processos biológicos envolvidos nas doenças de nossa atenção, como o papel da inflamação na depressão, por exemplo, isto permite ao psiquiatra expandir seus conceitos, logo, de sua atividade profissional. As fronteiras entre o conhecimento da psiquiatria e psicologia, neurologia, e até mesmo do direito estarão presentes neste evento, por meio de palestras com profissionais referência na sua área de atuação”, desta Rosa.

O evento é voltado para médicos e acadêmicos de medicina e equipe multidisciplinares, e vai ser realizado na Associação Catarinense de Medicina, ACM. Os interessados podem conferir a programação completa no site: www.eventos.acp.med.br.

Mortes por hipertensão cresceram 13% entre 2001 e 2011

Estudo da Associação Americana do Coração (AHA, do nome em inglês ‘American Heart Association’), divulgado no 23º Congresso Brasileiro de Hipertensão, que ocorre até amanhã (15), no Rio de Janeiro, revela que, entre 2001 e 2011, a taxa de mortes por hipertensão subiu 13,2% em mais de 190 países, inclusive o Brasil. O congresso é promovido pela Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH).

A diretora da SBH, Frida Plavnik, disse hoje (14) à Agência Brasil que a atualização estatística  da AHA indica que a mortalidade por doença hipertensiva aumentou na avaliação global, apesar de ter havido no período pesquisado uma redução de 30,8% na mortalidade cardiovascular.

De acordo com a médica, o estudo destaca a necessidade de aumentar a prevenção à doença hipertensiva. “Controlar a pressão, fazer o diagnóstico precoce e orientar o paciente são cada vez mais importantes”. Segundo ele, o ranking de mortalidade por hipertensão é liderado pela Rússia, com 1.639 mortes entre 100 mil pessoas. Em seguida, vêm a Ucrânia, com 1.521 mortes, e a Romênia, com 969. O Brasil ocupa a sexta posição, com 552 mortes a cada 100 mil pessoas.

A revisão dos estudos no Brasil mostra que a hipertensão arterial atinge 30% da população adulta do país. “Ou seja, um em cada três brasileiros tem pressão alta”, afirmou a especialista. Frida disse que a taxa de controle da pressão alta no Brasil é muito baixa. Ela varia entre 10% e 20%. “Significa que as pessoas, apesar de teoricamente se tratando, estão sob maior risco de complicações, porque 80% não estão adequadas.”

Sobre o controle da doença, a prioridade da SBH é conscientizar um número próximo de 100% dos hipertensos. Nos Estados Unidos e Canadá, o controle já alcançou níveis em torno de 50% a 60%. “No Brasil, a gente tem de ter um grande trabalho de instrução e de educação do paciente sobre a importância de tratar e continuar tratando a doença”, acrescentou a médica.

Segundo levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), a hipertensão arterial responde por 9,4 milhões de mortes no mundo. A expectativa é que, em 2025, o mundo terá 1,6 bilhão de pacientes hipertensos.

Para Frida Plavnik, isso ocorrerá porque a doença é predominante nas pessoas acima dos 60 anos. “Se considerarmos que a população mundial está envelhecendo, haverá um incremento de hipertensos”.

O estudo da AHA informou, ainda, que a doença arterial coronariana é a principal causa de morte em todo o mundo, com 17,3 milhões por ano, com perspectiva de atingir mais de 23,6 milhões em 2030.

 

Agência Brasil

Destaques do simpósio sobre cirurgias pós-bariátricas em Brasília

A constatação não é nada boa: os brasileiros estão cada vez mais gordos. E uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica mostra o que pode contribuir para que as pessoas percam a guerra contra a balança. Alimentação errada, na quantidade e qualidade, é um dos grandes motivos desse crescimento nos casos de obesidade. Além disso, a maioria das pessoas pesquisadas respondeu que come muito mais do que precisa por ansiedade, preocupação e tristeza.
Em 2007, a cada cem pessoas, 12 eram obesas. Em 2014, passaram a representar 18,5% da população. E a faixa etária com maior número de pessoas nessas condições é a de 56 a 65 anos, com 24%. Com estes números, podemos dizer que gordura em excesso já é problema de saúde pública. A pesquisa mostrou, ainda, que a obesidade mórbida atinge 4% da população.
A cirurgia bariátrica, popularmente chamada de redução do estômago, veio como uma alternativa para quem não consegue emagrecer por meio de dietas, atividades físicas e medicações indicadas pelos especialistas. A cirurgia provoca uma total mudança no estilo de vida, e as pessoas não podem deixar de saber que, após a cirurgia, por conta da grande redução de massa corporal, a pele perde elasticidade e sobra uma grande quantidade de pele flácida. E se o grande volume cutâneo acumulado por todo o corpo do paciente não for eliminado, corre-se o risco, até, de surgirem infecções crônicas, por conta do acúmulo de umidade nas dobras, o que pode provocar assaduras, irritações e micoses que podem evoluir para problemas mais sérios.
Após um ano e meio da cirurgia, mais ou menos, quando a perda de peso e a cicatrização do estômago já estão estabilizadas e o paciente já perdeu em média de 40 a 60 quilos, o ideal é procurar um cirurgião plástico para remover a pele residual. São diversas as cirurgias que devem ser feitas. Para discutir o assunto das cirurgias pós-bariátricas, o HOSPITAL DAHER recebeu, nos dias 11 e 12 de março, o Workshop de cirurgia pós-bariátrica, organizado pelo Centro de Estudos e com a presença de cirurgiões e anestesistas especialistas na área e a equipe do hospital.
De acordo com a Dra. Marcela Cammarota, responsável pelo evento, o objetivo foi discutir os procedimentos pós-cirurgia bariátrica, levantando o que existe de mais moderno nas técnicas cirúrgicas aplicadas para esse tratamento, com cirurgiões convidados de todo o país. “As palestras foram focadas em temas sobre técnicas cirúrgicas de cada uma das regiões do corpo que tratamos: abdômen, mamas, braços, tórax e pernas”, completou a cirurgiã.
Para o Dr. José Carlos Daher, chefe da Cirurgia Plástica, a cirurgia da obesidade força o emagrecimento dos pacientes, devolvendo-lhes uma saúde que estava perdida e normalizando índices sanguíneos, causadores de doenças, como o diabetes, por exemplo. “O pós- emagrecimento leva a uma dismorfia corporal importante, pois sobram grandes “aventais” de tecido e pele magra, tanto no abdômen, quanto no torso, braços, mamas e coxas, e a cirurgia plástica se desenvolveu no sentido da cirurgia pós-bariátrica, resgatando as formas corporais normais de um paciente, agora, mais magro”, explica o cirurgião.  Ele ainda conta que, para isso, a cirurgia precisou se despir do preconceito contra as incisões longas e extensas, necessárias nesses casos, e criaram técnicas para diminuir o número de atos operatórios para obter os resultados finais desejáveis.
Um dos cirurgiões plásticos que participou do evento discutindo a cirurgia de mama pós-bariátrica foi o Dr. Ricardo Baroudi, de São Paulo. A palestra dele sobre Cirurgia Plástica Estética das Mamas foi recebida com atenção pelos participantes. “Informamos de maneira bastante objetiva os conceitos e cuidados referentes ao procedimento, considerado por mim bastante difícil e laborioso na sua execução, não só pela variedade estrutural das mamas, mas pela grande quantidade de fatores que interferem na qualidade dos resultados a curto, médio e longo prazo”, conta o médico. Para ele, eventos científicos fazem parte do ensino da especialidade para trocas importantes de informações que tragam subsídios para a formação de novas gerações de cirurgiões plásticos.
O Dr. Baroudi lembra ainda que o HOSPITAL DAHER, por meio do Centro de Estudos, se volta objetivamente para o ensino da cirurgia plástica dentro dos moldes inseridos nas regulamentações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e vem promovendo, periodicamente, eventos cada vez mais amplos e importantes com essa finalidade. “Participar como palestrante num evento desse porte não e só uma prestigiosa honra, como também uma certeza de termos nossa pequena e humilde contribuição reconhecida”, completa o cirurgião plástico.