Teste americano que detecta coronavírus em sete minutos chega ao Brasil

Laboratórios, drogarias e empresas brasileiras que fazem testagem em seus colaboradores a partir de agora terão um aliado mais ágil e eficaz no combate ao coronavírus.

A Orbitae, empresa de diagnósticos humanos e forenses, acaba de trazer para o Brasil o Instant View Plus Covid-19 Ag View Alfa Test, da americana Alfa Scientific. Um teste que possibilita a identificação do vírus em apenas sete minutos e no momento inicial da doença, ou seja, três dias após a manifestação dos sintomas ou a partir do terceiro dia de contato com pessoas infectadas.

“O quanto antes for possível identificar a presença do vírus no organismo, menor a chance de propagação da doença e mais rápido a pessoa contaminada poderá ser tratada. E quanto mais rápido o tratamento iniciar, melhor será resposta à intervenção médica”, destaca Rodrigo Silveira, diretor da Orbitae.

O exame deve ser feito por um profissional da saúde que por meio da coleta de amostras de secreção do nariz, com o swab, um cotonete especial, a partir do terceiro dia de sintomas ou do contato com pessoas infectadas. Depois, o material coletado é depositado em um tampão, uma espécie de extrator, que separa o conteúdo e é adicionado no dispositivo de testagem.

Ele, se assemelha ao teste RT-PCR, uma testagem molecular que analisa o DNA do vírus, porém as amostras não precisam ser encaminhadas para análise em equipamento específico. O que reduz gastos e, principalmente, o tempo de espera para o resultado.

Como funciona

O exame deve ser feito por um profissional da saúde que por meio da coleta de amostras de secreção do nariz, com o swab, um cotonete especial, a partir do terceiro dia de sintomas ou do contato com pessoas infectadas. Depois, o material coletado é depositado em um tampão, uma espécie de extrator, que separa o conteúdo e é adicionado no dispositivo de testagem.

Ele, se assemelha ao teste RT-PCR, uma testagem molecular que analisa o DNA do vírus, porém as amostras não precisam ser  encaminhadas para análise em equipamento específico. O que reduz gastos e, principalmente, o tempo de espera para o resultado.

O resultado é exibido através de linhas do visor e indica se o paciente está, ou não, contaminado com o SARS-Cov-2.

Fonte: Partnerscom

Doenças vasculares precisam de acompanhamento mesmo com pandemia

A necessidade de isolamento social fez com que muitos deixassem de lado o acompanhamento médico de doenças vasculares crônicas. Segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), durante esse período, houve um aumento de casos de trombose venosa, embolia pulmonar e urgências arteriais, que podem ser explicadas pela incidência de eventos trombóticos relacionados à infecção por SARS-Cov-2 e, também, pela negligência à supervisão da especialidade.Doenças vasculares precisam de acompanhamento mesmo com pandemia ebcDoenças vasculares precisam de acompanhamento mesmo com pandemia ebc

De acordo com o cirurgião vascular e presidente da SBACV – SP, Walter Campos Júnior, a periodicidade de acompanhamento de uma doença vascular pré-existente pode variar de uma semana a seis meses, de acordo com a gravidade.

O especialista explica que algumas doenças podem ter complicações, se não houver o monitoramento de um médico vascular. “A trombose venosa profunda (TVP) precisa do controle de dose dos anticoagulantes, pois pode levar a sangramento ou recidiva. O pé diabético pode ter progressão de infecção e perda do membro. Já o aneurisma pode progredir à rotura. Enquanto o acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) é comum em pacientes que apresentam problemas na carótida”, diz Campos.

Ainda que não existam doenças vasculares pré-existentes, é importante observar os sinais que o corpo dá, principalmente nos membros inferiores, já que doenças vasculares sem tratamento podem levar a consequências graves, como amputações. Sintomas como dor e inchaço na região nas pernas e pés, assim como aspecto pálido, arroxeado ou escurecido da pele, queda de pelos e mudanças de temperatura local, pedem uma consulta ao angiologista ou cirurgião vascular o mais rápido possível.

O cirurgião vascular e presidente da SBACV Nacional, Bruno Naves, esclarece que os consultórios médicos são ambientes limpos, preparados para receber os pacientes. “Antes da covid-19, sempre fomos muito cuidadosos e preparados para evitar a transmissão de outras doenças, como Aids e hepatite. Além do conhecimento de doenças transmissíveis, aprendemos na faculdade como nos portar em ambientes hospitalares e consultórios, além de quais os cuidados necessários para lidar com pessoas doentes. Somos fiscalizados pela vigilância sanitária. A maior diferença dos tempos atuais é o uso da máscara”, explica.

O médico explica que não existem ambientes aos quais é possível falar que não existe o vírus. Mas, os consultórios médicos têm chances muito menores de transmissão da doença do que locais de grande movimento diário. Naves ainda pontua que a prevenção é o melhor remédio. “É melhor cuidar da saúde do que tratar da doença. Cuide bem de sua saúde vascular”, alerta.

Walter Campos completa que os consultórios estão adotando diversas medidas de higiene e prevenção para a segurança dos pacientes durante a pandemia. “Como o uso obrigatório de máscaras, consultas espaçadas, ventilação pelas janelas,  antissepsia das mãos e do ambiente, além de, nas cirurgias eletivas, realizar necessariamente o exame RT-PCR Covid-19 no paciente”, finaliza.

 

Fonte: Agência Brasil

5 alimentos para deixar a pele mais resistente e saudável

Você pode achar estranho falar em alimentação para prevenção de danos ambientais causados pelo sol e pela poluição, mas existem pessoas que, por uma predisposição genética, têm uma aceleração do envelhecimento da pele quando expostas aos raios solares (até oito vezes maior que o normal). “Todos nós somos resultados da interação dos nossos genes com fatores ambientais. O nosso estilo de vida, nossa alimentação, nível de atividade física e nível de estresse modulam a nossa suscetibilidade genética. Mas, por exemplo, o genótipo do gene MMP1 está relacionado a uma degradação do colágeno oito vezes maior que o normal após a exposição solar. Existe também o genótipo do gene COL1A1, ligado à menor produção de colágeno. E é possível ver, além disso, a carência de genótipos de genes como SOD2 e CAT, o que compromete a capacidade antioxidante da pele em responder bem contra a ação dos radicais livres”, afirma o geneticista Dr. Marcelo Sady, diretor geral do Laboratório Multigene. “E é por isso que a alimentação não substitui o protetor solar, mas é um reforço muito importante para deixar a pele mais resistente, evitando uma degradação de colágeno mais acentuada, e ajudando na formação dessa proteína de sustentação”, explica a médica nutróloga Dra. Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

Os dermatologistas dizem que você deve usar protetor solar o tempo todo, mesmo quando estiver dentro de casa. Portanto, não ignore esse produto no uso diário. “O uso de protetor solar é importante porque previne o aparecimento de câncer de pele e o fotoenvelhecimento da pele. O produto ajuda a combater várias lesões benignas e malignas desencadeadas pelo sol, como: melanoses (manchas nas mãos e no rosto), melasma (mancha da gravidez ou não), leucodermia gutata (manchinhas brancas como sardas brancas nas pernas e braços), lesões pré-malignas (queratose actínica) e as malignas (câncer de pele: carcinoma basocelular ou espinocelular ou melanoma)”, explica a dermatologista Dra. Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Por isso, a médica recomenda o uso diário de um protetor solar com FPS de no mínimo 30.

Para proteção extra contra os raios ultravioleta prejudiciais, você pode adicionar certos alimentos à dieta para aumentar a proteção solar natural e antioxidante da pele. Abaixo, a médica nutróloga destaca alguns alimentos que possuem qualidades naturais de proteção:

Tomates

Um estudo da Universidade de Michigan revelou que o licopeno, um antioxidante encontrado nos tomates, pode ajudar a prevenir queimaduras solares na pele. Os pesquisadores descobriram que as pessoas que consumiram 40 gramas de pasta de tomate por dia (ou seja, cerca de 16 miligramas de licopeno), estavam mais protegidas contra os raios ultravioleta do que aquelas que não consumiram pasta de tomate. “Os tomates também contêm um pigmento chamado luteína, que reduz os radicais livres nocivos originados de uma exposição solar sem proteção eficiente, minimizando o risco de um estresse oxidante na pele e de lesões causadas pelo sol”, afirma a Dra. Marcella.

Melancia

A melancia também é uma boa fonte de licopeno, um caratenóide que protege a pele contra queimaduras solares e câncer de pele. “Os raios ultravioletas promovem a formação de radicais livres que podem danificar as células da pele. O licopeno atua como um escudo protetor para defender as células da pele desse ataque. Além do mais, a melancia é 90% aquosa, o que ajuda a manter seu corpo e sua pele hidratados”, afirma a médica.

Frutas vermelhas

Com antioxidantes e vitamina C, que podem proteger a pele dos danos do sol, as frutas vermelhas também fornecem nutrientes importantes para a formação das proteínas de sustentação da pele, como colágeno e elastina.

Chocolate Amargo

O cacau é uma excelente fonte de antioxidantes como polifenóis e catequinas, que estudos descobriram ser eficazes na proteção da pele contra queimaduras solares e câncer de pele. “O cacau contém quatro vezes mais polifenóis e catequinas do que o chá. Mas não é necessário exagerar: a dose diária de 25 a 30g, ou uma fileirinha da barra de chocolate amargo, já é suficiente”, diz a médica.

Uvas pretas

Com antioxidantes, as uvas pretas podem ajudar a bloquear os prejudiciais raios UV, prevenir rugas e aumentar a elasticidade da pele. “A fruta também é uma excelente fonte de Vitamina E que mantém a pele hidratada. Mas o que mais chama a atenção é o resveratrol, um polifenol que tem ação anti-inflamatória, protetora do DNA celular e antioxidante”, afirma a médica nutróloga. Além disso, a vitamina C das uvas ajuda a revitalizar as células da pele.

Outras estratégias

Além da alimentação, existem também suplementos que podem ajudar na questão da fotoproteção oral. “Mais recentemente tem se falado muito na questão dos pré e probióticos associados à formulação tópica e via oral com conceito de defesa e imunologia da pele. Não dá para colocar todas as fichas com relação à questão da fotoproteção em produtos de uso tópico. A fotoproteção oral é fundamental e complementar. No entanto, eles não substituem os protetores de uso tópico! Os filtros imunoprotetores via oral vieram para ficar com propriedades de melhora da resistência cutânea e imunológica”, afirma a dermatologista Dra. Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. “Eles funcionam como verdadeiros guardiões, quando associados aos protetores locais, para preservar a estrutura e evitar a desnaturação do DNA celular por proteger as células imunológicas da pele e reverter em parte os danos biológicos e inflamatórios causados pela exposição exagerada ao sol. Os mais importantes são o Polipodium Leucotomus, Pycnogenol, Astaxantina, Luteína, Extrato de White e Green Tea, Resveratrol e ácido elágico da Romã, sempre associando ao uso de silício orgânico Exsynutriment para melhora do aspecto da flacidez e ao Bio-Arct para ação antioxidante, imunológica e melhora da energia mitocondrial”, finaliza a Dra. Claudia.

 

FONTES:

*DRA. CLAUDIA MARÇAL: Dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), da American Academy Of Dermatology (AAD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). Professora e fundadora do Dermacademy MB, plataforma online de ensino a dermatologistas, a médica é speaker Internacional da Lumenis, maior fabricante de equipamentos médicos a laser do mundo; e palestrante da Dermatologic Aesthetic Surgery International League (DASIL). Possui especialização pela AMB e Continuing Medical Education na Harvard Medical School. É proprietária do Espaço Cariz, em Campinas – SP.

*DRA. PAOLA POMERANTZEFF – Dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD), tem mais de 10 anos de atuação em Dermatologia Clínica. Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina Santo Amaro, a médica é especialista em Dermatologia pela Associação Médica Brasileira e pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, e participa periodicamente de Congressos, Jornadas e Simpósios nacionais e internacionais. http://www.drapaola.me/

*DRA. MARCELLA GARCEZ: Médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da ABRAN. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

*DR. MARCELO SADY: Pós-doutor em genética com foco em genética toxicológica e humana pela UNESP- Botucatu, o Dr. Marcelo Sady possui mais de 20 anos de experiência na área. Speaker, diretor Geral e Consultor Científico da Multigene, empresa especializada em análise genética e exames de genotipagem, o especialista é professor, orientador e palestrante. Autor de diversos artigos e trabalhos científicos publicados em periódicos especializados, o Dr. Marcelo Sady fez parte do Grupo de Pesquisa Toxigenômica e Nutrigenômica da FMB – Botucatu, além de coordenar e ministrar 19 cursos da Multigene nas áreas de genética toxicológica, genômica, biologia molecular, farmacogenômica e nutrigenômica.

Dino – Distribuidor de Notícias

Oxigenação extracorpórea é usada em pacientes com covid-19

Oito pacientes com covid-19 internados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em estado grave, na UTI do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), receberam oxigenação por membrana extracorpórea (Ecmo) e a maioria teve resposta positiva ao tratamento. Oxigenação extracorpórea é usada em pacientes com covid-19 ebcOxigenação extracorpórea é usada em pacientes com covid-19 ebc

O projeto é voltado ao atendimento de pacientes com insuficiência cardíaca, mas devido à pandemia do novo coronavírus, teve seus esforços dirigidos também para pessoas com covid-19.

A iniciativa é promovida pelo projeto Qualificação de Dispositivos de Assistência Circulatória no Sistema Único de Saúde (DACs), realizada pelo Hospital Moinhos de Vento em parceria com o Ministério da Saúde, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS).

Em entrevista hoje (28) à Agência Brasil, o cardiologista Rodrigo Wainstein, do Hospital Moinhos de Vento, revelou que dos oito pacientes atendidos com o dispositivo Ecmo, que já haviam passado por todos os tratamentos usuais sem sucesso, um teve alta e está se recuperando em casa; um teve alta do CTI e se recupera em leito de enfermaria normal; três permanecem com o dispositivo no CTI; dois ainda estão no CTI mas já retiraram o aparelho; e um veio a óbito.

A oxigenação por membrana extracorpórea é uma técnica de circulação que usa uma espécie de motor para fazer circular o sangue fora do corpo, para depois regressar à corrente sanguínea.

Novidade

Cinco hospitais de excelência no Brasil participam do Proadi-SUS: Moinhos de Vento, Israelita Albert Einstein, Hospital do Coração, Hospital Alemão Oswaldo Cruz e Hospital Sírio-Libanês. “Os pacientes receberam o Ecmo com verba do Proadi-SUS do Moinhos de Vento, no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, que é um hospital do SUS e federal”, disse o médico. O HCPA usa o dispositivo e a tecnologia que o Moinhos de Vento dispôs para ele.

O cardiologista explicou que o Ecmo é uma tecnologia que foi desenvolvida há algum tempo para circulação extracorpórea e era utilizada para cirurgias cardíacas, como ponte de safena ou troca de válvula, por exemplo. “O que é novo é usar essa tecnologia à beira do leito em pacientes de UTI”, afirmou Wainstein. Os profissionais de saúde do Moinhos de Vento tiveram a ideia de usar o ECMO em pacientes graves da covid-19, uma vez que essa tecnologia é aplicada também para insuficiência respiratória.

Segundo Rodrigo Wainstein, o mérito do projeto é disponibilizar essa tecnologia, que é altamente especializada e demanda uma equipe multidiscipliar muito grande, atuando vinte e quatro horas por dia em revezamento, para pacientes do SUS que não dispõem desse dispositivo. “Essa tecnologia se usa como último recurso para pacientes que estão com insuficiência respiratória grave”. O Ecmo diminui a chance do paciente morrer, ao mesmo tempo que aumenta a chance dele se recuperar.

Capacitação

O Hospital Moinhos de Vento capacitou a equipe do Hospital de Clínicas de Porto Alegre que está fazendo o acompanhamento dos pacientes com o aparelho. Uma das ações do Proadi-SUS é exatamente treinar recursos humanos para saber usar o dispositivo. Wainstein disse que o Ecmo poderia ser usado para tratar outros pacientes com covid-19 em situação de gravidade, mas alertou que o SUS não cobre o custo da tecnologia, calculado em torno de R$ 30 mil para cada aparelho e todos os seus insumos.

O Hospital Moinhos de Vento capacitou também equipes das santas casas do Paraná e de Pelotas e do Instituto de Cardiologia de Porto Alegre. No entanto, em função de acordo estabelecido anteriormente, a parceria para utilização do dispositivo é entre o Moinhos de Vento e o Hospital de Clínicas.”Para usar o Ecmo para pacientes com covid somente o Hospital de Clínicas está autorizado a fazer”, esclareceu o médico.

A resposta clínica é muito significativa e favorável, manifestou. Os profissionais do Moinhos de Vento envolvidos no projeto estão realizando pesquisa demonstrando a concreticidade, ou aceitabilidade, desses dispositivos para pacientes do SUS, visando sua implementação de forma rotineira. “Esse é o objetivo final do projeto”. A pesquisa já está em andamento. Todos os pacientes que colocam o dispositivo têm dados clínicos e epidemiológicos coletados. Esses dados serão a base de um relatório para poder demonstrar que a tecnologia funciona e salva vidas.

 

Fonte: Agência Brasil

Butantan vai exportar vacinas contra a gripe para países asiáticos

O Instituto Butantan vai exportar 500 mil doses da vacina contra a gripe (influenza) para países asiáticos, a pedido da Organização Mundial da Saúde (OMS). A informação foi dada hoje (28) pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.Butantan vai exportar vacinas contra a gripe para países asiáticos ebcButantan vai exportar vacinas contra a gripe para países asiáticos ebc

O acordo comercial é inédito, já que o Instituto Butantan não exportava as vacinas que produz. “São Paulo exporta, pela primeira vez na história, 550 mil doses da vacina contra a gripe para países asiáticos. É a primeira vez que isso acontece nos 119 anos do Instituto Butantan. A Organização Mundial da Saúde solicitou vacinas para a Mongólia e para as Filipinas”, disse o governador de São Paulo, João Doria.

A ação ainda está em fase final de tratativas entre o Butantan e a OMS. Mas, se for viabilizado, o acordo prevê a destinação de 300 mil doses para a Mongólia e 250 mil doses para as Filipinas.

O Instituto Butantan tem a maior fábrica de vacinas contra a gripe do Hemisfério Sul e, neste ano, bateu recorde de produção. Um total de 80 milhões de doses foram fornecidas ao Ministério da Saúde, para a campanha de vacinação contra a gripe.

CoronaVac

O diretor do Butatan, Dimas Covas, disse que a vacina contra o novo coronavírus (covid-19), a CoronaVac, desenvolvida pelo instituto em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac Life Science, vem se mostrando uma das mais promissoras no mundo.

Segundo ele, até o momento, os estudos chineses sobre a CoronaVac já foram feitos com 24 mil voluntários chineses e demonstraram apenas 5,2% de efeitos colaterais, sendo 3,3% deles de efeitos mais graves (dor no local da aplicação) e apenas 0,18% de manifestações febris. “Perfil de segurança muito próximo à nossa vacina da Influenza”, disse.

Dimas Covas informou que solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) esta semana que acompanhe de perto o andamento da terceira fase de testes da vacina chinesa no Brasil para que, caso seja confirmada a sua eficácia e segurança, o seu registro ocorra de forma rápida.

O governo paulista espera que 45 milhões de doses da vacina possam estar disponíveis ao Sistema Único de Saúde (SUS) já em dezembro deste ano. Como a vacina é aplicada em duas doses, cerca de 22,5 milhões de brasileiros poderiam ser vacinados.

Essa quantidade inicial de doses viria da China. O cronograma da parceria do Butantan com a China, de acordo com Covas, prevê a entrega de 15 milhões de doses prontas, já com as seringas, até o final do ano, em lotes de cinco milhões distribuídos em outubro, novembro e dezembro. Ainda em outubro, outros 30 milhões serão entregues em doses para serem transformadas em vacina no Butantã, a partir da matéria-prima.

O cronograma previsto por Covas é de que o Butantan entregue 45 milhões de doses da CoronaVac ao SUS em dezembro deste ano, 60 milhões de doses em março e 100 milhões em maio de 2021. “Asseguramos ao ministro que, em dezembro teremos 45 milhões de doses disponível para o nosso SUS e que ele poderá iniciar já a sua preparação para desencadear uma campanha nacional de vacinação”, disse Covas.

Esta semana, o diretor do Butantan esteve em Brasília, reunido com o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello. Nessa reunião, Covas solicitou investimentos de R$ 85 milhões para os estudos clínicos da vacina avançarem mais rapidamente; R$ 60 milhões para reestruturação da fábrica do Butantan, visando aumento de sua capacidade de produção, além de uma quantia extra para o fornecimento das doses. “Adiantamos [ao ministro] que necessitaríamos de valores aproximados a R$ 2 bilhões para integralizar as 100 milhões de doses”, disse Covas.

Ele disse que os dois primeiros pleitos, para a reestruturação de fábrica e avanço dos estudos, foram inicialmente acatados pelo Ministério da Saúde e agora aguarda a formalização de como esses recursos podem chegar ao estado paulista de forma rápida.

Testes

A CoronaVac já está na fase 3 de testes em humanos LINK 1 no Brasil e teve início no mês de julho. Ao todo, os testes com a CoronaVac estão sendo realizados em nove mil voluntários em centros de pesquisas dos estados de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. A pesquisa clínica é coordenada pelo Instituto Butantan e o custo da testagem é de R$ 85 milhões, custeados pelo governo paulista.

A CoronaVac é uma das vacinas contra o novo coronavírus em fase mais adiantada de testes, junto com a que está sendo desenvolvida pela Universidade de Oxford. O laboratório chinês já realizou testes do produto em cerca de mil voluntários na China, nas fases 1 e 2. Antes, o modelo experimental aplicado em macacos apresentou resultados expressivos em termos de resposta imune contra as proteínas do vírus.

A vacina é inativada, ou seja, contém apenas fragmentos do vírus inativos. Com a aplicação da dose, o sistema imunológico passaria a produzir anticorpos contra o agente causador da covid-19. No teste, metade das pessoas receberão a vacina e metade receberá placebo, substância inócua. Os voluntários não sabem o que vão receber.

Fonte: Agência Brasil

Vacinação contra sarampo para quem tem de 20 a 49 anos é prorrogada

Brasileiros com idade entre 20 e 49 anos têm até o dia 31 de outubro para se vacinar contra o sarampo. O prazo terminaria na próxima segunda-feira (31), mas o Ministério da Saúde anunciou nesta tarde a prorrogação do prazo. Devido à pandemia – e à preocupação com os riscos de contaminação pela covid-19 – a campanha deste ano acabou atingindo um público menor do que o esperado.Vacinação contra sarampo para quem tem de 20 a 49 anos é prorrogada ebcVacinação contra sarampo para quem tem de 20 a 49 anos é prorrogada ebc

Dados preliminares das secretarias estaduais de saúde, registrados no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações, apontam que, do início da campanha em 16 de março até o dia 17 de agosto, 5.299.087 de pessoas na faixa etária de 20 a 49 anos foram vacinadas.

O número corresponde a apenas 5,8% das 90 milhões de pessoas que têm entre 20 e 49 anos, público-alvo da quarta etapa da Mobilização Nacional de Vacinação contra o Sarampo, doença considerada “grave e de alta transmissibilidade”, uma vez que cada pessoa contaminada poder transmiti-la a até 18 pessoas, principalmente por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou mesmo respirar.

De acordo com as autoridades de saúde, a principal medida de prevenção e controle do sarampo é a vacinação. Nesse sentido, alertas têm sido dados à população sobre “a importância da vacinação contra o sarampo, mesmo com a pandemia de covid-19 em evidência no país”.

Campanha

A vacinação é a estratégia que o Ministério da Saúde adota para interromper a transmissão, de forma a eliminar a circulação do vírus no país.

As duas primeiras etapas da campanha ocorreram em 2019. Em outubro, voltada a crianças de seis meses a menores de 5 anos de idade; e em novembro, a segunda etapa, voltada ao público com idade entre 20 e 29 anos. Entre fevereiro e março de 2020, o público-alvo foi a população de 5 a 19 anos.

Quem não tomou nenhuma dose, perdeu o cartão ou não se lembra de ter sido vacinado, deve receber apenas uma dose da vacina.

Em caso de dúvida, a orientação do Ministério da Saúde é a de procurar a unidade básica de saúde mais próxima levando o cartão de vacinação e um documento. “Lá a situação vacinal será avaliada e atualizada conforme recomendações do calendário básico de vacinação”, informa o ministério por meio de seu site.

Sintomas

Pessoas acometidas pela doença apresentam febre, manchas avermelhadas pelo corpo, tosse, coriza, conjuntivite (olhos vermelhos e lacrimejantes), fotofobia (sensibilidade à luz) e pequenas manchas brancas dentro da boca.

Gestantes

A vacina é contraindicada durante a gravidez pois é produzida com o vírus do sarampo vivo, apesar de atenuado, e a gestação tende a diminuir a imunidade da mulher. O Programa Nacional de Imunizações recomenda, inclusive, que mulheres em idade fértil devem evitar gravidez até um mês após a vacinação.

Situação no país

De acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, neste ano, até 25 de julho, foram confirmados 7.293 casos de sarampo em 21 estados, entre eles: Pará (4.713 casos – 64,6%); Rio de Janeiro (1.241 casos – 17%); São Paulo (721 casos – 9,9%); Paraná (305 casos – 4,2%); e Santa Catarina (111 casos – 1,5%).

O Brasil permanece com surto de sarampo nas cinco regiões, com 11 estados com circulação ativa do vírus. Os estados do Pará, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina concentram o maior número de casos confirmados de sarampo, totalizando 7.091 (98,3%) casos.

De acordo com o Ministério da Saúde, o país teve cinco óbitos por sarampo em 2020. Três deles no Pará, um no Rio de Janeiro e um em São Paulo.

 

Fonte: Agência Brasil

 

Oxímetro de Dedo Bioland, Bioland, BRANCO

Oxímetro de Dedo Bioland, Bioland, BRANCO

 

O modelo at101c é projetado para medir a saturação de oxigênio no sangue arterial (spo2) e a pulsação em adultos e crianças de forma não invasiva, em casa, em um estabelecimento profissional ou móvel. O equipamento é projetado para dedos entre 0, 8cm e 2, 3cm e para pacientes sem movimentação. Principais funções: – mede mesmo com o dedo gelado – funciona com as unhas pintadas – super leve (pois funciona apenas com uma pilha) – tela colorida oled com ajuste de brilho – visor ajustável (rotaciona).

  • O modelo at101c é projetado para medir a saturação de oxigênio no sangue arterial
  • (spo2) e a pulsação em adultos e crianças de forma não invasiva, em casa, em um estabelecimento profissional ou móvel
  • Tela colorida oled com ajuste de brilho – visor ajustável (rotaciona)

Peso: 45 gramas Dimensões do produto: 67.5 x 38 x 25 mm

Auto-Desligamento: Na presença do dedo, o oxímetro ligará automaticamente.

Modo de medição: Contínua, comprimento de onda dupla de LED

Faixa e resolução de SpO2: Faixa: 0% à 100%; Resolução de 1%

Acurácia do SpO2: De 70% à 100%, ± 2%; Menos de 70% não é especificado

Faixa e resolução da pulsação: Faixa: 30 a 250 BPM;

resolução de 1 BPM Acurárcia da pulsação: ± 1 bpm ou ±1%, o que for maior

Consumo de bateria: 18 horas em brilho modo 1

Detalhes do produto

Nome do produto Oxímetro de Dedo Bioland
Volume 7000 ml
Unidades 100 Grama
Marca Bioland

Oximetro De Pulso Oxygen Check, Multilaser, HC023, Preto

Oximetro De Pulso Oxygen Check, Multilaser, HC023, Preto

O oxímetro check multilaser, foi desenvolvido para monitorar 2 sinais vitais importantes: a oxigenação do sangue (spo2), para acompanhar suas funções respiratórias, e os seus batimentos cardíacos. é indicado para pacientes com doenças respiratórias, atletas e acompanhamento em cirurgias.

Possui design compacto perfeito para levar a qualquer lugar e usar quando quiser e precisar. De fácil utilização e resultados rápido no visor instrutivo, sem complicações para acompanhar sua saúde. Imagens meramente ilustrativas.

  • Composição do material: plástico
  • Não invasivo, sem dor
  • Indicado para: pacientes com doenças respiratórias, atletas e acompanhamento em cirurgias
  • Monitora 2 sinais vitais importantes: a oxigenação do sangue e batimentos cardíacos
  • Alimentação: 2 pilhas aa
  • Acompanha bolsa para transporte

Detalhes do produto

Nome do produto Oximetro De Pulso Oxygen Check
Unidades 1 Grama
Origem China
Marca Multilaser

Termômetro Clínico G-Tech Digital de Testa sem Contato

Termômetro Clínico G-Tech Digital de Testa sem Contato

Termômetro digital infravermelho sem contato G-Tech. Os termômetros G-Tech são práticos e precisos, indicados para toda a família.

  • Touch Free: Sem contato com a pele, mais prático e higiênico; 3 em 1: Medição da Temperatura Corpórea, Ambientes e Superfícies
  • Peso: 48 g (com bateria), 45 g (sem bateria) Tempo de teste: aproximadamente 1 segundo
  • Fonte de alimentação: 02 (duas) pilhas de 1. 5V Tamanho AAA

Detalhes do produto

Nome do produto Termômetro Clínico G-Tech Digital de Testa sem Contato – Medição da Temperatura Corpórea, Ambientes e Superfícies
Peso 350 g
Volume 1 ml
Unidades 1 count
Marca G-Tech
Registro no Inmetro Não aplicável
Número de itens 1

Monitor de Pressão Arterial de Pulso Control HEM-6124

Monitor de Pressão Arterial de Pulso Control HEM-6124

O Monitor de Pressão Arterial de Pulso Control HEM-6124 é compacto e de fácil uso. O aparelho é silencioso e oferece resultados precisos e clinicamente comprovados de maneira ágil. Ideal para quem monitora a pressão arterial com frequência. Sua braçadeira se adapta com tranquilidade a diversos tamanhos de pulso.

  • Tecnologia Intellisense: Tecnologia exclusiva OMRON que infla o manguito de acordo com cada pessoa, proporcionando muito mais conforto e precisão nos resultados.
  • A OMRON possui o exclusivo sensor de posicionamento que guia o pulso na altura correta do coração.
  • Detector de batimentos cardíacos irregulares: detecta e alerta o usuário caso haja algum tipo de arritmia identificada.
  • 30 memórias: Armazena as 30 últimas leituras, permitindo que o usuário acompanhe e compartilhe os resultados facilmente.
  • Fabricado no Brasil.

Dicas para monitorar sua pressão arterial em casa

Monitorar a pressão arterial em casa ajuda a controlar os efeitos de medicamentos para hipertensão e a detectar a hipertensão mascarada e sintomas difíceis de encontrar de outra forma. Por esses e outros motivos, organizações médicas do mundo todo agora enfatizam a importância do monitoramento residencial da pressão arterial.

O histórico de medições do paciente permite ao médico uma avaliação muito mais eficiente, controlando melhor o medicamento. A pressão arterial pode ser afetada por diversos fatores, como o ambiente, atividades físicas e estado emocional. Por isso, não é necessário preocupar-se com uma única aferição. É importante monitorar as tendências diariamente, pois a pressão arterial muda continuamente durante o dia devido ao ciclo de flutuação e vários outros fatores.

Consulte sempre o seu médico para realizar o tratamento correto.

Detalhes do produto

Nome do produto Monitor de Pressão Arterial de Pulso Control HEM-6124
Unidades 1 count
Marca OMRON
Registro no Inmetro ML 239 09/12/16
Número de itens 1